Archive for Fevereiro, 2008

Gisele Bündchen é criticada nos EUA por beber vinho em jogo de futebol

Quarta-feira, Fevereiro 27th, 2008

Americano é realmente muito bitolado, criticaram a Gisele Bundchen porque ela estava tomando vinho numa taça (em um camarote, não na “geralzona”), durante um jogo de Futebol, em vez de tomar cerveja em um copo de plástico.

“A imprensa norte-americana está comentando o fato da Top Model ter tomado vinho em uma taça enquanto assistia ao jogo do namorado durante o Super Bowl

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O conceituado The Wall Street Journal decidou uma página inteira ao assunto. “Foi um dos momentos mais controversos do Super Bowl, mas você o deve ter perdido”, diz a publicação.
“Parece haver um senso comum de que o fato de beber vinho indica alguma despreocupação da parte da Sra. Bündchen já que ela pareceria mais preocupada com o jogo se estivesse bebendo cerveja em um copo de plástico”, completou.
O Wall Street, que trouxe a repercussão do assunto nos Estados Unidos e no mundo, disse que a agente de Gisele na IMG Models não confirmou se a modelo estava tomando vinho. “Geralmente não falamos sobre a vida pessoal de nossos clientes”, foi a resposta da agência.
“Querida, isso é um jogo de futebol, você deve beber cerveja. Se eu for à Ópera terei classe suficiente para não tomar cerveja direto da garrafa”, noticiou uma rádio de Toronto, no Canadá.
“Lá estava a Gisele Bündchen séria, em um camarote, tomando uma taça de vinho como se estivesse em um bistrô”, disse o site MSNBC.com.
Gisele Bündchen namora Tom Brady, quarterback do New England Patriots.

 

NOEL ROSA

Segunda-feira, Fevereiro 25th, 2008

Noel Rosa agora é domínio público

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  • [ 25.jan.08 ] Isso mesmo, o grande Noel Rosa, de vida tão intensa quanto breve, é o primeiro compositor brasileiro a ter sua obra presente na seleta lista dos artistas que são de domínio público. Claro que ele não é o pioneiro - pensem, por exemplo, em Chiquinha Gonzaga (1847-1935), Ernesto Nazareth (1863-1934) e Sinhô (1888-1930) -, mas é certamente o primeiro autor de canções clássicas (música e letra) da música popular brasileira a entrar no rol.

    Segundo a legislação brasileira as obras artísticas são protegidas pela lei do direito autoral por toda a vida do criador e mais 70 anos após sua morte; e Noel Rosa morreu em 1937, aos 26 anos de idade. Portanto, a partir de 2 de janeiro de 2008 cerca de 120 das composições de Noel (feitas solo ou com parceiros que faleceram até 1937) estão livres para serem usadas, recriadas, mexidas, misturadas e reverenciadas por qualquer um. Não custa lembrar que o carioca compôs algo em torno de 250 canções em dez anos de produção artística (segundo levantamento de João Máximo e Carlos Didier no livro Noel Rosa – Uma biografia, UnB, 1990).

    O Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da FGV fez o mapeamento das canções que caíram em domínio público. A lista completa, repleta de clássicos, segue abaixo e para mais informações basta um pulo no site do CTS/FGV ou então do projeto Cultura Livre:

    “Agora” (1931) – “Alô beleza” (?) – “Amor de parceria” (1933) – “Arranjei um fraseado” (1933) – “Até amanhã” (1932) – “Baianinha” (1929) – “Brincadeira de roda” (?) – “Canção do galo capão” (1935) – “Cansei de implorar” (1935) – “Cansei de pedir” (1935) – “Capricho de rapaz solteiro” (1936) – “Choro” (?) – “Chuva de vento” (1937) – “Cidade mulher” (1936) – “Coisas do sertão” (1929) – “Com que roupa?” (1929) – “Condeno o teu nervoso” (1935) - “Contraste” (1933) – “Cor de cinza” (1933) – “Coração” (1931) – “Cordiais saudações” (1931) – “Cumprindo a promessa” (1929) – “Dama do cabaré” (1936) – “Disse-me-disse” (1935) – “Dona Aracy” (1930) – “Dono do meu nariz” (1933) – “É difícil saber fingir” (?) – “É preciso discutir” (1931) – “Envio essas mal traçadas” (1935) – “Espera mais um ano” (1932) – “Estamos esperando” (1932) – “Eu não preciso mais do seu amor” (?) – “Eu sei sofrer” (1937) – “Eu vou pra Vila” (1930) – “Faz três semanas” (?) – “Festa no céu” (1929) – “Fita amarela” (1932) – “Fita de cinema” (1935) – “Foi ele” (1935) – “Gago apaixonado” (1930) – “A Genoveva não sabe o que diz” (1935) – “João Ninguém” (1935) – “Juju” (1935) – “Lira abandonada” (?) – “Madame honesta” (?) – “O maior castigo que eu te dou” (1934) – “Malandro medroso” (1930) – “Marcha da primavera” (1934) – “Mardade de cabocla” (1931) – “Maria-fumaça” (1936) – “Mentir” (1933) – “Mentiras de mulher” (1931) – “Meu barracão” (1933) – “Meu bem” (1931) – “Minha viola” (1929) – “Muito riso, pouco siso” (?) – “Mulata fuzarqueira” (1931) – “Mulato bamba” (1931) – “Mulher indigesta” (1932) – “Não brinca não” (1932) – “Não me deixam comer” (1932) – “Não morre tão cedo” (?) – “Não tem tradução” (1933) – “Negócio de turco” (?) – “No baile da flor-de-lis” (?) – “Nos três dias de folia” (1937) – “Numa noite à beira-mar” (1936) – “Nunca… jamais” (1931) – “Nuvem que passou” (1932) – “Onde está a honestidade?” (1933) – “Paga-me esta noite” (1934) – “Palpite infeliz” (1935) – “Para atender a pedido” (?) – “Pela décima vez” (1935) – “Pesado 13” (1931) – “Picilone” (1931) – “Por causa da hora” (1931) – “Por esta vez passa” (1931) – “Por você sou capaz” (?) – “Pra esquecer” (1933) – “Pra lá da cidade” (?) – “Precaução inútil” (1935) – “Proezas de seu fulano” (?) – “O pulo da hora” (1931) – “Quando o samba acabou” (1933) – “Quando pelas aulas ando” (1927) – “Que a terra se abra” (1935) – “Quem dá mais?” (1930) – “Quem não dança” (1932) – “Quem parte não parte sorrindo” (?) – “Quem ri melhor” (1936) – “Rapaz folgado” (1933) – “Remorso” (1934) – “Riso de criança” (1930) – “Roubou, mas não leva” (1935) – “Saí da tua alcova” (?) – “Saí do presídio” (?) – “São coisas nossas” (1932) – “Século do progresso” (1934) – “Seja breve” (1933) – “Seu Jacinto” (1933) – “Seu Zé” (1935) – “Silêncio de um minuto” (1935) – “Só você” (?) – “Tipo zero” (1934) – “Três apitos” (1934) – “Tudo que você diz” (1933) – “Último desejo” (1937) – “Vagolino de cassino” (?) – “Vaidosa” (1931) – “Verdade duvidosa” (?) – “Vingança de malandro” (1930) – “Você é um colosso” (1934) – “Você vai se quiser” (1936) – “Voltaste (pro subúrbio)” (1934) – “Vou te ripar I” (1930) – “Vou te ripar II” (1930) – “O X do problema” (1936) – “Yolanda” (1935)

    Dafne Sampaio

 

 

Justiça francesa proíbe falar de vinho na internet

Segunda-feira, Fevereiro 18th, 2008

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Fazer publicidade de vinhos, divulgar ou mesmo manter um blog falando de degustações passa a ser proibido na terra de Voltaire, Descartes e da Sorbonne

Tudo começou com a decisão do dia 8 de janeiro de 2008 do TGI (Tribunal de Grande Instance) de Paris. Nesta decisão o tribunal ordenou ao site da Heineken a retirada todas as mensagens publicitárias porque a publicidade de bebidas alcólicas na internet é proibida na França.
A empresa Heineken recorreu da decisão e o novo resultado era esperado com muita ansiedade por todos na França.
E finalmente ontem a tarde ele foi conhecido: o tribunal confirmava e mantinha a sua decisão de proibição a publicidade e divulgação de sites ou blogs na internet. Assim, o jornalista, o blogger, o vinicultor ou comerciante que abordar o assunto, mesmo movido pela paixão, pode ser sancionado com multa ou fechamento do site pois fica subentendido que se trata da promoção de uma bebida alcólica.
A notícia está sendo amplamente divulgada na França e sites franceses já iniciaram uma campanha para salvar o vinho francês do ostracismo.
Entre eles podemos citar o site www.findawine.com/soutenirlevin/, que inicia um abaixo assinado para liberar o vinho francês na internet.
Para encontrar mais informações sobre a decisão de justiça, poderá visitar o site www.findawine.com, onde também é possível deixar a sua opinião.

(lido no site http:\\www.academiadovinho.com.br)

Pensamento:

“Uma jovem e um copo de vinho curam qualquer necessidade; quem não bebe e não beija está pior que morto - GOETHE, Johann Wolfgang